Na soma do que sou
não sei onde encontrar-me.
Procuro, mas não me acho,
penso, mas me escapo.
E eu,oceano de palavras,
não consigo traduzir-me.
Sou tudo?
Sou nada?
Sobrevivi!
Num universo sem som, virei um náufrago sem palavras.
Divago!
Na imensidão silenciosa contemplo seres incomunicáveis.
A ausência de sentido.
Vejo o nada imensurável,
o nada perceptível.
É a vida que morre?
Ou é a morte que ganha vida?
E a vida, antes viva, agora jaz em silêncio irreversível.
Silêncio absoluto,
Silêncio.
Mas acima de tudo,
LUTO!
PORQUE TENHO ESPERANÇA.
De: Deusiana Coelho de Sales.
não sei onde encontrar-me.
Procuro, mas não me acho,
penso, mas me escapo.
E eu,oceano de palavras,
não consigo traduzir-me.
Sou tudo?
Sou nada?
Sobrevivi!
Num universo sem som, virei um náufrago sem palavras.
Divago!
Na imensidão silenciosa contemplo seres incomunicáveis.
A ausência de sentido.
Vejo o nada imensurável,
o nada perceptível.
É a vida que morre?
Ou é a morte que ganha vida?
E a vida, antes viva, agora jaz em silêncio irreversível.
Silêncio absoluto,
Silêncio.
Mas acima de tudo,
LUTO!
PORQUE TENHO ESPERANÇA.
De: Deusiana Coelho de Sales.